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Tansformando o quarto do bebê em quarto infantil (parte 1)

quarto infantil

 

Você já passou por isso?

 

Você passa meses preparando um quarto lindo pro seu bebê que está a caminho. Espera ansiosamente para recebê-lo e testar todas as qualidades que o ambiente oferece. E aí ele finalmente chega, vai ocupando o espaço aos poucos e quando você menos espera, aquele cantinho da casa planejado nos mínimos detalhes, começa a parecer um depósito de brinquedos de todos os tipos e tamanhos.

 

E em poucos meses, aquele que era o quarto dos sonhos acaba virando quase um pesadelo diário.

 

Onde guardar tantos brinquedos? E o berço que virou cama? Parece pequeno para criança, que não para de crescer , e grande demais pro espaço disponível? Ah e ainda tem a cômoda!

 

Que dó de “descartar” os móveis que foram pouco usados e ainda estão novos!

 

Parece até história de filme “inédito” da sessão da tarde né? Mas não se trata de um filme… é a realidade de quase todos os quartos de bebê.

 

E com o quarto do Pedro, meu sobrinho e personagem dessa história de projeto, não seria diferente. Ele também tinha um quartinho de bebê fofo e decorado, mas ai ele cresceu e, como toda criança nessa idade, também acumulou um monte de brinquedos.

 

Para complicar um pouquinho mais, no meio desse processo, a família mudou de apartamento e os móveis existentes pareciam não se encaixar na nova realidade.

 

E para ninguém pensar que eu estou mentindo, tirei algumas fotos para mostrar como estava o quarto do pequeno após a mudança de apartamento. rs!

 

O quarto – Antes

 

quarto pedro antes

 

POR QUE TUDO PARECE TÃO PEQUENO E APERTADO?

 

 apertado

 

– Assim como a realidade da grande maioria dos apartamentos atuais, o quarto de fato é pequeno (9m²).

 

– Para dificultar um pouco mais, existem 3 portas de passagem.

 

– Os móveis dispostos lado a lado, e sem critério fazem o quarto parecer ainda menor e comprometem a circulação no espaço.

 

– Com tanto móvel no quarto, não sobra espaço para as brincadeiras e a sala da casa passou a ser o espaço “ideal” para espalhar e acumular carros, livros, bonecos, desenhos…

 

O QUE FAZER PARA MELHORAR? POR ONDE COMEÇAR?

 

quarto infantil- por onde começar

 

Antes de começar a pensar nas melhores possibilidades de alteração para o ambiente dá uma olhada nessas dicas:

 

# Dica 1: Pode parecer clichê, mas a primeira dica é: Desapegue, “destralhe” e doe aquilo que você e seu filho não precisam ou não usam mais .

 

Chame o pequeno para participar do processo de escolha do que irá embora. Mostre a ele os brinquedos (um a um) e pergunte com quais ele ainda brinca! Explique que os outros serão doados para que outras crianças também possam brincar. Além de ajudar na organização,  isso fará com que ele se sinta tranquilo com o fato de procurar um brinquedo, não encontrar, e lembrar que doou para outra criança.

 

Os especialistas em organização dão a seguinte dica: estimule as crianças a acumular menos e brincar/criar mais com o que já têm. A criatividade dos pequenos e o meio ambiente agradecem 🙂

 

# Dica 2: Assim como os brinquedos, pense também sobre os móveis. Quais vão ficar e quais vão para o desapego? No quarto do Pedro, a cômoda e a cama, que era o antigo berço, deveriam permanecer.

 

# Dica 3: Faça uma lista, como a minha aqui embaixo, de todas as necessidades que devem ser atendidas pelo espaço (não se esqueça de fazer uma lista condizente com o tamanho do ambiente e do orçamento disponível);

 

 

Lista de necessidades do Pedro

 

– Espaço para brincar;

 

– Espaço para guardar os brinquedos de forma prática e possível de transportar para outros lugares da casa;

 

– Espaço para estudar;

 

– Decoração para estimular o pequeno a gostar de brincar e dormir no quarto.

 

Parece difícil encarar essa missão né? Mas acho que já deu pra perceber que não existe mágica nem milagre. Organização e decoração andam juntas e estão diretamente ligadas ao tão sonhado aconchego do lar.

 

Para que qualquer tipo de decoração dê certo, é preciso estabelecer prioridades e necessidades.

 

Encare essa primeira etapa do processo como um desafio e não desanime. Ao terminar, você verá como é boa a sensação de leveza trazida pelo “simples” processo de decidir manter apenas o que está em uso e o que tem significado na sua vida e na vida do seu filho!

 

Se você gostou desse post, não deixe de ler a segunda parte, que entrará no ar nos próximos dias. Quando? Vou avisar lá no Facebook e Instagram, é só ficar ligado 😉

 

Update: O post já está disponível aqui

 

E ai? você também já passou por esse processo? Compartilhe sua experiência aqui nos comentários. Vou adorar saber!!

Você conhece mais alguém que está precisando dessas dicas? Então compartilhe o post nas redes sociais! 🙂

 

bjos e até a próxima!

 

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